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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Redenção


por A.W. Tozer

O mal profundo do coração humano é um desejo que se soltou de seu centro, como um planeta que abandonou o sol e começou a girar em torno de algum corpo estranho vindo do espaço externo que pode ter-se aproximado o suficiente para afastá-lo. 

Quando Satanás disse: "Eu subirei" (Is 14.13), ele rompeu com seu centro normal. 
O mal com o qual ele infectou a raça humana foi a desobediência e a revolta.
Qualquer método adequado de redenção deve levar em consideração esta revolta e encarregar-se de restituir novamente a vontade humana ao seu lugar apropriado na vontade de Deus. 

De acordo com esta necessidade essencial de livrar-se do desejo, o Espírito Santo, quando efetua Sua graciosa invasão no coração que tem fé, deve conquistar esse coração pela obediência aprazível e voluntária à total vontade de Deus. 

A cura deve acontecer no íntimo; não haverá nenhuma conformidade externa. 

Até que o desejo seja santificado, o homem continuará a ser um rebelde assim como um criminoso ainda o é no coração mesmo que esteja prestando relutantemente obediência ao policial que o está levando para a prisão.

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O Deus Auto-Suficiente


por A.W. Tozer

"O Pai tem vida em Si mesmo" disse Jesus, e é característica de Seus ensinos que numa breve sentença 

Ele tenha proclamado uma verdade tão elevada, que transcende as maiores alturas do pensamento humano. Deus, disse Ele, é auto-suficiente em Si mesmo, Ele é o que é, sendo esse o significado completo dessas palavras.

O que quer que Deus seja, e tudo que é Deus, Ele o é em Si mesmo. 

Toda vida está em Deus e vem de Deus, seja a forma mais primitiva de vida consciente ou a vida altamente inteligente e autoconsciente dum serafim. 

Nenhuma criatura tem vida em si; toda a vida é dom de Deus.

De modo inverso, a vida de Deus não é dom de outrem. 

Se houvesse outro do qual Deus pudesse receber o dom da vida, ou qualquer dom, esse outro é que seria de fato Deus. 

É uma maneira elementar mas certa de pensar em Deus como Aquele que tudo contém, que dá tudo que é dado, mas que não pode em Si mesmo receber nada que Ele mesmo não tenha dado primeiro.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para Estarmos Certos, Temos de Pensar Certo [3]



por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de O Poder de Deus

Conquanto os nossos pensamentos instiguem os nossos senti­mentos, e assim influenciem fortemente as nossas vontades, é contudo certo que a vontade pode e deve ser senhora dos nossos pensamentos. 

Toda pessoa normal pode determinar aquilo em que vai pensar. 

Natu­ralmente, a pessoa aflita ou tentada pode achar um tanto difícil con­trolar os seus pensamentos, e mesmo enquanto se concentra num objeto digno, pensamentos insensatos e fugidios podem fazer travessuras sobre a sua mente, como vivos relâmpagos numa noite de verão. 

Tendem estes a ser mais molestos do que perniciosos e, no final das contas, não fazem muita diferença, sejam isto ou aquilo. 

O melhor meio de controlar os nossos pensamentos é oferecer a mente a Deus em completa submissão. 

O Espírito Santo a aceitará e assumirá o controle dela imediatamente. 

Depois será relativamente fácil pensar em coisas espirituais, especialmente se treinarmos o nosso pensamento mediante longos períodos de oração diária. 

Praticar lon­gamente a arte da oração mental (isto é, falar com Deus interiormente, enquanto trabalhamos ou viajamos) ajudará a formar o hábito do pensamento santo.

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Para Estarmos Certos, Temos de Pensar Certo [2]



por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de O Poder de Deus

Referi-me num parágrafo anterior (post anterior) aos "nossos pensamentos vo­luntários", e usei as palavras de propósito. 

Em nosso jornadear através deste mundo mau e hostil, ser-nos-ão impostos muitos pensamentos de que não gostamos e pelos quais não temos simpatia moral. 

As necessidades da vida podem compelir-nos por dias e anos a abrigar pensamentos em nenhum sentido edificantes. 

O conhecimento comum do que fazem os nossos semelhantes produz pensamentos repugnantes à nossa alma cristã. 

Estes necessariamente nos afetam, mas pouco. 

Não somos responsáveis por eles, e eles passam por nossas mentes como um pássaro cruzando os ares, sem deixar rastro. 

Não têm efeito duradouro em nós porque não são propriamente nossos. 

São intrusos mal recebidos pelos quais não temos amor e dos quais nos livramos tão depressa quanto possível.

Quem quiser verificar sua verdadeira condição espiritual pode fazê-lo notando quais foram os seus pensamentos nas últimas horas ou dias. 

Em que pensou quando estava livre para pensar no que lhe agradasse? 

Para o quê se voltou o íntimo do seu coração quando estava livre para voltar-se para onde quisesse? 

Quando o pássaro do pensamento foi posto em liberdade, voou para longe como o corvo, para pousar sobre as carcaças flutuantes ou, como a pomba, circulou e voltou para a arca de Deus? 

É fácil realizar esse teste, e, se formos sinceros conosco mesmos, poderemos descobrir não só o que somos, mas também o que vamos ser. 

Logo seremos a suma dos nossos pensamentos voluntários.

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Para Estarmos Certos, Temos de Pensar Certo [1]




por A.W. Tozer

# Excertos Extraídos de O Poder de Deus

O que pensamos quando estamos com liberdade para pensar sobre o que queremos ser — é isso que somos ou logo seremos.

Os nossos pensamentos voluntários não só revelam o que somos; predizem o que seremos. 

A não ser aquela conduta que brota dos nossos instintos naturais básicos, todo o nosso comportamento é precedido pelos nossos pensamentos e deles se origina. A vontade pode vir a ser serva dos pensamentos, e, em elevado grau, mesmo as nossas emoções seguem o nosso pensar. 

"Quanto mais penso nisso. Mais louco fico", é como o homem comum o coloca, e ao fazê-lo, não somente relata com precisão os seus processos mentais, mas também paga inconsciente tributo ao poder do pensamento. 

O pensamento instiga o sentimento, e o sentimento dispara a ação. Assim fomos feitos, e bem que podemos aceitá-lo.

Os Salmos e os Profetas contêm numerosas referências ao poder que o reto pensamento tem de inspirar sentimento religioso e de incitar a conduta certa. "Considero os meus caminhos, e volto os meus passos para os teus testemunhos". "Enquanto eu meditava ateou-se o fogo: então disse eu com a própria língua. . ." Vezes sem conta os escritores do Velho Testamento nos exortam à aquietar-nos e a pensar em coisas elevadas e santas como fator preliminar para a correção da vida ou uma boa ação ou um feito corajoso. 

O Velho Testamento não está sozinho em seu respeito pelo poder do pensamento humano, poder outorgado por Deus. 

Cristo ensinou que os homens se corrompem por seus maus pensamentos, e chegou ao ponto de igualar o pensamento ao ato: "Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela". Paulo recitou uma lista de fulgentes virtudes, e ordenou: "Seja isso o que ocupe o vosso pensamento".

Estas citações são apenas quatro das centenas que poderiam fazer-se das Escrituras. Pensar em Deus e em coisas santas cria uma atmosfera moral favorável ao crescimento da fé, bem como do amor, da humildade e da reverência. 

Pelo pensamento não podemos rege­nerar os nossos corações, nem eliminar os nossos pecados, nem mudar as manchas do leopardo. Tampouco podemos com o pensamento acrescentar um côvado à nossa estatura, ou tornar o mal bem, ou as trevas luz. 

Ensinar isso é representar falsamente uma verdade bíblica e usá-la para a nossa própria ruína. 

Mas, pelo pensamento inspirado pelo Espírito, podemos ajudar a fazer de nossas mentes santuários purificados em que Deus terá prazer em habitar.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Seguindo Deus de Perto [4]


por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de À Procura de Deus

Quando o Senhor dividiu a terra de Canaã entre as tribos de Israel, a de Levi não recebeu partilha alguma. 

Deus disse-lhe simplesmente: “Eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (Nm 18:20), e com essas palavras tornou-a mais rica que todas as suas tribos irmãs, mais rica que todos os reis e rajás que já viveram neste mundo. 

E em tudo isto transparece um princípio espiritual, um princípio que continua em vigor para todo sacerdote do Deus Altíssimo. 

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. 

Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. 

E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. 

Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa — Deus — de maneira pura, legítima e eterna. 
Ó Deus, tenho provado da Tua bondade, e se ela me satisfaz, também aumenta minha sede de experimentar ainda mais. Estou perfeitamente consciente de que necessito de mais graça. Envergonho-me de não possuir uma fome maior. Ó Deus, ó Deus trino, quero buscar-Te mais; quero buscar apenas a Ti; tenho sede de tornar-me mais sedento ainda. Mostra-me a Tua glória, rogo-Te, para que assim possa conhecer-Te verdadeiramente. Por Tua misericórdia, começa em meu íntimo uma nova operação de amor. Diz à minha alma: “Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem” (Ct 2:10). E dá-me graça para que me levante e te siga, saindo deste vale escuro onde estou vagueando há tanto tempo. Em nome de Jesus. Amém.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Seguindo Deus de Perto [3]


por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de À Procura de Deus


Encontrar-se com o Senhor, e mesmo assim continuar a buscá-lO, é o paradoxo da alma que ama a Deus. 

É um sentimento desconhecido daqueles que se satisfazem com pouco, mas comprovado na experiência de alguns filhos de Deus que têm o coração abrasado. 

Se examinarmos a vida de grandes homens e mulheres de Deus, do passado, logo sentiremos o calor com que buscavam ao Senhor. Choravam por Ele, oravam, lutavam e buscavam-nO dia e noite, a tempo e fora do tempo, e, ao encontrá-lO, a comunhão parecia mais doce, após a longa busca. 

Moisés usou o fato de que conhecia a Deus como argumento para conhecê-lO ainda melhor. “Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber neste momento o Teu caminho, para que eu Te conheça, e ache graça aos Teus olhos” (Ex 33:13). E, partindo daí, fez um pedido ainda mais ousado: “Rogo-te que me mostres a tua glória” (Ex 33:18). 

Deus ficou verdadeiramente alegre com essa demonstração de ardor e, no dia seguinte, chamou Moisés ao monte, e ali, em solene cortejo, fez toda a Sua glória passar diante dele. 

A vida de Davi foi uma contínua ânsia espiritual. Em todos os seus salmos ecoa o clamor de uma alma anelante, seguido pelo brado de regozijo daquele que é atendido. 

Paulo confessou que a mola-mestra de sua vida era o seu intenso desejo de conhecer a Cristo mais e mais. “Para O conhecer” (Fp 3:10), era o objetivo de seu viver, e para alcançar isso, sacrificou todas as outras coisas. 
“Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus meu Senhor: por amor do qual perdi todas as cousas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo” (Fp 3:8).
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sábado, 27 de agosto de 2011

Seguindo Deus de Perto [2]


por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de À Procura de Deus

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti,
o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". (João 17.3 ).

Deus é uma pessoa, e nas profundezas de Sua poderosa natureza Ele pensa, deseja, tem gozo, sente, ama, quer e sofre, como qualquer outra pessoa. 

Em seu relacionamento conosco, Ele se mantém fiel a esse padrão de comportamento da personalidade. 

Ele se comunica conosco por meio de nossa mente, vontade e emoções. 

O cerne da mensagem do Novo Testamento é a comunhão entre Deus e a alma remida, manifestada em um livre e constante intercâmbio de amor e pensamento. 

Esse intercâmbio, entre Deus e a alma, pode ser constatado pela percepção consciente do crente. É uma experiência pessoal, isto é, não vem através da igreja, como Corpo, mas precisa ser vivida, por cada membro. 

Depois, em conseqüência dele, todo o Corpo será abençoado. E é uma experiência consciente: isto é, não se situa no campo do subconsciente, nem ocorre sem a participação da alma (como, por exemplo, segundo alguns imaginam, se dá com o batismo infantil), mas é perfeitamente perceptível, de modo que o homem pode “conhecer” essa experiência, assim como pode conhecer qualquer outro fato experimental. 

Nós somos em miniatura, (excetuando os nossos pecados) aquilo que Deus é em forma infinita. Tendo sido feitos a Sua imagem, temos dentro de nós a capacidade de conhecê-lO. 

Enquanto em pecado, falta-nos tão-somente o poder. 

Mas, a partir do momento em que o Espírito nos revivifica, dando-nos uma vida regenerada, todo o nosso ser passa a gozar de afinidade com Deus, mostrando-se exultante e grato. Isso é este nascer do Espírito sem o qual não podemos ver o reino de Deus. 

Entretanto, isso não é o fim, mas apenas o começo, pois é a partir daí que o nosso coração inicia o glorioso caminho da busca, que consiste em penetrar nas infinitas riquezas de Deus. 

Posso dizer que começamos neste ponto, mas digo também que homem nenhum já chegou ao final dessa exploração, pois os mistérios da Trindade são tão grandes e insondáveis que não têm limite nem fim. 

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Seguindo Deus de Perto [1]

por A.W. Tozer
# Excertos Extraídos de À Procura de Deus

“A minha alma apega-se a ti: 
a tua destra me ampara” (Sl 63:8.). 

O evangelho nos ensina a doutrina da graça preveniente, que significa simplesmente que, antes de um homem poder buscar a Deus, Deus tem que buscá-lo primeiro. 

Para que o pecador tenha uma ideia correta a respeito de Deus, deve receber antes um toque esclarecedor em seu íntimo; que, mesmo que seja imperfeito, não deixa de ser verdadeiro, e é o que desperta nele essa fome espiritual que o leva à oração e à busca. 
Procuramos a Deus porque, e somente porque, Ele primeiramente colocou em nós o anseio que nos lança nessa busca.
“Ninguém pode vir a mim”, disse o Senhor Jesus, “se o Pai que me enviou não o trouxer” (Jo 6:44), e é justamente através desse trazer preveniente, que Deus tira de nós todo vestígio de mérito pelo ato de nos achegarmos a Ele. 

O impulso de buscar a Deus origina-se em Deus, mas a realização do impulso depende de O seguirmos de todo o coração. 

E durante todo o tempo em que O buscamos, já estamos em Sua mão: “... o Senhor o segura pela mão” (Sl 37:24.). 

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Características do Homem Espiritual





por A.W. Tozer




A leitura de Gálatas 6:1 nos mostra o que somos, se somos convertidos. Contudo, o conceito de espiritualidade varia entre os diferentes grupos cristãos. 

Em alguns círculos, a pessoas de boa prosa e que fala continuamente de religião é considerada muito espiritual; outros aceitam a exuberância ruidosa como sinal de espiritualidade; e, nalgumas denominações o homem que ora primeiro, mais comprido e mais alto, obtém a reputação de ser o homem mais espiritual da assembléia.



Ora, um testemunho vigoroso, orações freqüentes e altos louvores podem ser inteiramente coerentes coma espiritualidade, mas é importante compreender que estas coisas não a constituem em si mesmas, nem provam que ela está presente.



Observemos algumas características que devem estar presentes no homem espiritual:



1. Primeiro é o desejo de ser santo, antes que ser feliz.

2. O homem pode ser considerado espiritual quando quer ver a honra de Deus promovida através da sua vida, mesmo que isto signifique que ele próprio deva sofrer desonra ou perda temporária.

3. O homem espiritual; deseja levar a sua cruz. Muitos cristãos aceitam a adversidade ou a tribulação como um suspiro e dizem que é a sua cruz, esquecidos de que essas coisas sobrevêm igualmente ao santo e ao pecador. A cruz é aquela adversidade extraordinária que nos sobrevêm como resultado da nossa obediência a Cristo. Esta cruz não nos é imposta; nós a tomamos voluntariamente com pleno conhecimento das conseqüências.

4. Ainda, o cristão é espiritual quando vê todas as coisas do ponto de vista de Deus. A capacidade de pesar todas as coisas na balança divina, e de atribuir-lhe o mesmo valor atribuído por Deus, é sinal de vida cheia do Espírito.

5. Outro desejo que caracteriza o homem espiritual é morrer com retidão antes que viver no erro.

6. O desejo de ver outros progredirem às suas custas é outra característica do homem espiritual. Quer ver outros cristãos acima dele, e fica feliz quando eles são promovidos e ele é deixado de lado.

7. O homem espiritual habitualmente faz julgamentos segundo a eternidade, e não julgamentos temporais.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Deus Infinito

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O que é SER Cristão?

por A. W. Tozer

Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos.

Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; 

Conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; 

Espera ir para o céu pelos méritos de outro;

Esvazia-se para que possa estar cheio; 

Admite estar errado para que posa ser declarado certo; 

Desce para que possa ir para o alto; 

É mais forte quando ele é mais fraco; 

É mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. 

Ele morre para que possa viver; 

Renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; 

Vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento.

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