terça-feira, 13 de setembro de 2011
Pecado Zero
Esta Pode Ser A Sua Vida | Quadrinhos
A Vida sem Deus...
Cena 1
Cena 2
Cena 3
Cena 4
Cena 5
Cena 6
Cena 7
Cena 8
Cena 9
Cena 10
Cena 11
Cena 12
Cena 13
Cena 14
Cena 15
Cena 16
Cena 17
A Vida com Deus...
Cena 20
Cena 21
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;
ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)
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A Bíblia e o Sol | D.L. Moody
por D.L. Moody
Muitas pessoas crêem que a Bíblia é um livro tão arcaico que já passou para a história.
Dizem que estaria bem pra os tempos antigos, que contém algumas páginas de interesse histórico, mas que não serve para hoje, porque vivemos no século das [informática] luzes e temos progredido tanto que a humanidade pode caminhar perfeitamente sem ela.
O mesmo seria dizer do sol, que tem brilhado há tanto tempo, também esteja tão velho, tão ultrapassado; que quando um homem constrói uma casa, já não deve mais colocar janelas, porque já foi descoberto a energia elétrica.
Eu aconselho aos que pensam que a Bíblia é demasiado velha, e que está fora de moda, que também não ponham janelas em suas casas, senão que as ilumine apenas com a luz elétrica, uma vez que buscam somente novidades.
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Jesus Cristo, o Único Caminho | R.C. Sproul
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Teste de confiança
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Santidade [Estudo Básico]
por Alan Brizzoti
Agostinho, em suas Confissões, disse:
“Tu nos fizeste para ti mesmo, e nossos corações ficam desassossegados enquanto não descansam em ti”.
J.C. Ryle definu a santidade assim:
“A santificação não consiste na casual realização de ações corretas. Antes, é a operação habitual de um novo princípio celestial que atua no íntimo, influenciando toda a conduta diária de uma pessoa, tanto nas grandes quanto nas pequenas coisas. A sua sede é o coração, e, tal como o coração físico, exerce influência regular sobre cada aspecto do caráter de uma pessoa”.
O próprio nome Espírito “Santo”, já é, em si mesmo, um indicativo do seu caráter.
Eclesiastes 3. 5 é o texto que nos convida a uma reflexão: “tempo de espalhar pedras...” Em que tempo estamos: o tempo do altar, ou das pedras espalhadas?
Pense sobre essa questão tão séria: o que é ser santo?
1. Ser santo é andar em “novidade de vida” (Rm. 6.4)
O Espírito Santo, em nós, produz vida nova. Ele realiza o milagre da vida com conteúdo. Dallas Willard disse que ser cristão não é esperar para morrer e ir para o céu, mas sim, ir para o céu antes de morrer (Gl. 2.20: “Não vivo mais eu...”)
Para viver em novidade de vida é preciso romper com a velha vida de pecado.
2. Ser santo é alimentar-se das verdades divinas (Jo. 4.34)
Oração: todos os grandes avivamentos da história da igreja começaram quando a igreja orava, e só pararam quando a igreja deixou de orar.
Meditação na Palavra: Tudo sobre Deus já está na Palavra. John Stott disse que “a Bíblia é o retrato que o Pai fez do Filho, colorido pelo Espírito Santo”.
Testemunho pessoal: Para nós bastam quatro evangelhos, mas para o mundo são cinco: Mateus, Marcos, Lucas, João e você!
3. Ser santo é amar a presença de Deus (Sl. 84.10)
A santidade passa necessariamente pela conversão das vontades.
É sacrificar no altar de Deus todos os meus sonhos. E isso dói.
É preciso ter coragem de se entregar totalmente a Deus: (At. 20.24)
Seja santo por uma razão forte, mas simples: porque Deus é santo!
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Redenção
por A.W. Tozer
O mal profundo do coração humano é um desejo que se soltou de seu centro, como um planeta que abandonou o sol e começou a girar em torno de algum corpo estranho vindo do espaço externo que pode ter-se aproximado o suficiente para afastá-lo.
Quando Satanás disse: "Eu subirei" (Is 14.13), ele rompeu com seu centro normal.
Qualquer método adequado de redenção deve levar em consideração esta revolta e encarregar-se de restituir novamente a vontade humana ao seu lugar apropriado na vontade de Deus.O mal com o qual ele infectou a raça humana foi a desobediência e a revolta.
De acordo com esta necessidade essencial de livrar-se do desejo, o Espírito Santo, quando efetua Sua graciosa invasão no coração que tem fé, deve conquistar esse coração pela obediência aprazível e voluntária à total vontade de Deus.
A cura deve acontecer no íntimo; não haverá nenhuma conformidade externa.
Até que o desejo seja santificado, o homem continuará a ser um rebelde assim como um criminoso ainda o é no coração mesmo que esteja prestando relutantemente obediência ao policial que o está levando para a prisão.
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O Estado do Pecado
por J. I. Packer
É um estado de condenação.
Isso nos mostra a relação do pecador para com Deus como Juiz, bem como para com os requisitos penais de sua lei, a qual declara:
"A alma que pecar, essa morrerá" (Ez 18.20).
"Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Rm 8.1)À parte de Cristo, todos os homens estão sob sentença de morte, tanto devido às suas delinquências pessoais (cf. Rm 1.32; 2.8, 9), como por causa de sua solidariedade com Adão.
Assim como os crentes são justificados por causa de Cristo, por ter-lhes sido imputada a retidão dEle, assim também aqueles que não têm a Cristo são condenados por causa de Adão, por lhes ser imputada a transgressão dele.
Isso não significa, entretanto, que eles sejam tidos como se tivessem praticado pessoalmente o pecado de Adão, e, sim, que Adão pecou representativamente, em sua capacidade pública de cabeça da raça humana, e que todos os homens estão envolvidos nas conseqüências penais de seu ato pecaminoso.
A obrigação penal que nos cabe, em virtude de nossa ligação com Adão, com freqüência tem sido chamada culpa original, estando essa culpa incluída na definição do pecado original.
Em Romanos 5.12 e 15.19, Paulo desdobrou essa noção da culpa original — a ideia é que, quando um pecou, "todos pecaram", e, em razão desse ato, "tornaram-se pecadores".
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O Deus Auto-Suficiente
por A.W. Tozer
"O Pai tem vida em Si mesmo" disse Jesus, e é característica de Seus ensinos que numa breve sentença
Ele tenha proclamado uma verdade tão elevada, que transcende as maiores alturas do pensamento humano. Deus, disse Ele, é auto-suficiente em Si mesmo, Ele é o que é, sendo esse o significado completo dessas palavras.
O que quer que Deus seja, e tudo que é Deus, Ele o é em Si mesmo.
Toda vida está em Deus e vem de Deus, seja a forma mais primitiva de vida consciente ou a vida altamente inteligente e autoconsciente dum serafim.
Nenhuma criatura tem vida em si; toda a vida é dom de Deus.
De modo inverso, a vida de Deus não é dom de outrem.
Se houvesse outro do qual Deus pudesse receber o dom da vida, ou qualquer dom, esse outro é que seria de fato Deus.
É uma maneira elementar mas certa de pensar em Deus como Aquele que tudo contém, que dá tudo que é dado, mas que não pode em Si mesmo receber nada que Ele mesmo não tenha dado primeiro.
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O Evangelho em 6 min. | John Piper
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domingo, 11 de setembro de 2011
Cristo
por João Calvino
É inútil a todos o arrazoar, como o dos filósofos, acerca do labor do mundo.
Só quem foi primeiramente humilhado pela pregação do evangelho aprendeu a submeter toda sua sabedoria intelectual (conforme expressa Paulo) à loucura da cruz.
Nada acharemos, afirmo eu, na terra ou no céu, capaz de nos elevar até Deus, enquanto Cristo não nos instruir na sua própria escola.
Mas isso não pode ser feito a menos que nós, havendo emergido dos abismos mais profundos, sejamos levados para cima, para além de todos os céus, na carruagem da sua cruz, a fim de podermos apreender pela fé as maravilhas que o olho jamais viu, que o ouvido nunca ouviu e que ultrapassam em muito nossos coração e mente.
Lá, o reino invisível de Cristo preenche todas as coisas e a difusão da sua graça espiritual tudo permeia.
Todavia isso não nos impede de aplicar nossos sentidos à consideração do céu e da terra, para que assim possamos buscar confirmação no verdadeiro conhecimento de Deus.
Pois Cristo é a imagem na qual Deus apresenta à nossa vista não apenas o seu coração, mas também suas mãos e pés.
Dou o nome de seu coração àquele amor secreto com o qual nos abraça em Cristo, pelas suas mãos e pés eu entendo essas suas obras manifestadas aos nossos olhos.
Retirado do Blog Monergismo
João Calvino, Devocionais & Orações: Meditando com os Profetas Menores (Publicado pela Editora Monergismo).
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João Calvino, Devocionais & Orações: Meditando com os Profetas Menores (Publicado pela Editora Monergismo).
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sábado, 10 de setembro de 2011
Jesus encontra pessoas destruídas
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Estou pronto para namorar?
Mark Driscoll responde a essa questão que mexe com tantos jovens.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Sobre o Alcance do Pecado
por J.C. Ryle
Não devemos cometer nenhum equivoco sobre isso: a unica base segura para nosso entendimento é o que a Bíblia ensina."Toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente."(Genesis 6:5), "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso" (Jeremias 17:9). O pecado é uma enfermidade que invade todas as faculdades de nossa mente: o entendimento, os afetos, os poderes de raciocínio e a vontade, todos estão infectados. Inclusive a consciência está cega de tal forma que não é possível confiar nela como um guia seguro para o reto comportamento, a menos que seja iluminada pelo Espírito Santo.
Tudo isso pode ficar oculto por uma aparência exterior de cortesia. É verdade que muitos seres humanos possuem algumas nobres faculdades e mostram uma imensa capacidade para alcançar a excelência nas artes, na ciência e na literatura. Porem, é um fato de que nas coisas espirituais estamos 'mortos'. Naturalmente não temos temor nem amor de Deus em nossos corações. O melhor em nós está tão misturado com a corrupção, que o contraste unicamente serve para demonstrar o alcance do pecado em nós.
O poder do pecado é tal que, até mesmo depois de ter experimentado a conversão pela obra do Espírito Santo em nossas vidas, sentimos ainda sua força. Nunca nos desfizemos das raízes do pecado em nós. Quanto aos crentes, podemos estar certos é que o pecado está debilitado e contido pela graça de Deus em nós. Porem, temos que diariamente pelejar a batalha entre os desejos da carne e do espirtito, e isso é um testemunho do enorme poder e da vitalidade do pecado.
Não conheço nenhuma prova mais sólida da narração bíblica da origem da humanidade, do que essa universalidade do pecado. Se aceitamos que todos os homens descenderam de um casal, e que esse casal se rebelou contra Deus, então o estado de nossa natureza humana é facilmente explicado. Se negarmos a história do Gênesis, como alguns o fazem, então é difícil explicarmos o surpreendente alcance e poder do pecado hoje em dia.
Feliz é o crente que entende o fato do pecado, e que pode dizer "graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo." (1 Coríntios 15:57), sem jamais esquecer que tem que vigiar e orar para não cair em tentação.
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FONTE: Aspectos de la Santidad
Retirado do blog Bispo J.C. Ryle
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Como entender a onipresença de Deus?
por J.C. Ryle
Quantas coisas há a respeito de Deus, que possivelmente nunca chegaremos a entender, e contudo temos de crer nelas, a não que sejamos tão estúpidos que nos tornemos ateus!
Quem pode explicar a eternidade de Deus, o infinito poder e sabedoria de Deus, ou os atos de Deus na criação e na providência?
Quem pode compreender um Ser que é Espírito, sem um corpo, sem partes, nem paixões?
Como pode uma criatura constituída de matéria, que pode estar apenas em um lugar de cada vez, conceber a idéia de um Ser imaterial, que existe antes da criação, que do nada formou este mundo através da Sua palavra — e que consegue estar em todo lugar e ver tudo ao mesmo tempo!
Numa palavra, onde encontramos um só dos atributos de Deus, que o homem mortal pode compreender por completo?
Como se pode considerar, então, bom senso ou sabedoria, a recusa em crer na doutrina do Deus presente em todos os lugares, meramente porque nossa mente não consegue conceber esse fato?
O livro de Jó o diz muito bem:
“Porventura, desvendarás os arcanos [mistérios] de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo- Poderoso? Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás fazer? Mais profunda é ela do que o abismo; que poderás saber?” (Jó 11.7,8).
Que nossos pensamentos a respeito de Deus sejam elevados e honrosos; com Ele temos de tratar enquanto estivermos vivos, e diante do Seu tribunal haveremos de nos apresentar quando morrermos.
Esforcemo-nos para que seja correta a nossa concepção do Seu poder, Sua sabedoria, Sua eternidade, Sua santidade, Seu perfeito conhecimento, Sua presença em todo lugar.
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FONTE: trecho do tratado A Presença Real e Verdadeira O Que Significa Isso?
tradução : Helio Kirchheim
tradução : Helio Kirchheim
Retirado do blog Bispo J.C. Ryle
Viva para a Eternidade! | Paul Washer
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Você é Amado | Paul Washer
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A Santidade de Deus
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Viver Cristão
Aniversariantes - Setembro
Não Jogue Com Deus | Tim Conway
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